Ignore o fato.
Comece pelo fim. Leia a decisão e pergunte "por que o juiz decidiu assim?" em vez de "o que aconteceu?".
Aula gratuita e ao vivo · Terça, 29/09 às 19h30
Para advogados criminalistas que já ganham na base, mas travam nos tribunais superiores
Sem mais clientes e sem decorar jurisprudência. Só mudando o que você lê: a decisão, não o fato.
Aula ao vivo com o Dr. Mauro Atui Neto, criminalista há quase 20 anos: o Raio X da Decisão aplicado num processo real, na sua frente.
A aula começa em
Pronto. Te vejo terça, 29/09, às 19h30.
Mauro Atui Neto · Advogado criminalista
Você tem 15, 20 anos de advocacia criminal. Ganha caso na primeira instância, conhece o processo de trás para frente e o cliente confia em você.
Mas quando o processo sobe, alguma coisa muda.
Você protocola o HC e é negado. Recorre e é negado de novo. E a explicação que sobra é sempre a mesma: foi o relator, foi azar, "lá em cima é assim mesmo".
Se você se reconhece em pelo menos uma destas situações, esta aula é para você:
Faça a conta. Quem cobra R$3 mil por peça precisa de mais de três peças para chegar aonde outro advogado chega com uma só.
São três vezes mais clientes, prazos, ligações, WhatsApp às 22h e noites relendo processo.
E o pior é que isso não se resolve trabalhando mais. Volume tem teto: o dia continua com 24 horas, e você continua sendo o único que decide tudo no escritório.
Enquanto isso, advogados com metade da sua experiência ocupam espaço, cobram mais e são vistos como referência.
A diferença entre eles e você não é técnica. Você provavelmente sabe mais direito do que eles.
A diferença é leitura.
O fato pode ser imprevisível. O padrão decisório não é.
A maioria dos criminalistas aprendeu a ler o processo pelos fatos: o que aconteceu, quem fez o quê, qual prova tem.
Só que ninguém é condenado pelos fatos.
Uma pessoa é condenada por uma decisão que um juiz escreveu. E toda decisão é obrigada por lei a ser justificada.
Se a justificativa tem uma falha, a decisão pode cair.
Quando você entende isso, o jogo inteiro muda de terreno. Você para de brigar no campo emocional dos fatos, onde todo mundo se perde, e passa a atuar no campo frio e técnico da fundamentação.
É lá que o tribunal superior decide. E é lá que está o padrão que se repete e que ninguém nunca te ensinou a ler.
"A força bruta nunca venceu a inteligência."
Não é modelo de petição pronto, não é jurisprudência para decorar e não é colcha de retalhos de teses genéricas.
É um jeito de pensar que o Dr. Mauro construiu lendo milhares de decisões reais e aplicando no próprio escritório por quase 20 anos. Ele se resume em 4 movimentos:
Comece pelo fim. Leia a decisão e pergunte "por que o juiz decidiu assim?" em vez de "o que aconteceu?".
Compare a fundamentação com o critério que o STJ e o STF já pacificaram. Muitas vezes o critério real do juiz é moral, disfarçado de jurídico. É ali que a decisão quebra.
Uma única tese, bem enquadrada, que o julgador não consegue rebater dentro da própria lógica do tribunal. Uma tese certa vale mais do que sete empilhadas.
Delimite a pergunta que o julgador precisa responder e siga a estrutura: questão, razão de decidir, solução. É isso que torna a peça replicável, e não uma aposta.
Ao vivo
O Dr. Mauro aplica o Raio X da Decisão num processo real, do começo ao fim, na sua frente. Não é teoria sobre método, é o método funcionando.
Mauro Atui Neto
Dr. Mauro Atui Neto é advogado criminalista há quase 20 anos, parte deles também como gestor na OAB. É autor do livro Habeas de Sucesso.
Ele não aprendeu o método nos livros. Aprendeu lendo, ano após ano, uma quantidade enorme de decisões negativas e construindo estratégia com o cliente literalmente no cangote. Foi assim que percebeu o padrão que a maioria dos criminalistas nunca para para nomear.
Recentemente, tomou a decisão mais radical da carreira: fechou o escritório físico e passou a atuar exclusivamente em pós-condenação. Não fez isso por necessidade, e sim porque o índice de acerto sobe quando se elimina a fase mais caótica do processo.
Hoje ele analisa um processo de qualquer tamanho em minutos e ensina exatamente o que faz no próprio escritório.
"O que eu faço no escritório, eu ensino."
Você provavelmente já comprou curso de HC. Talvez uma mentoria de marketing jurídico. E, com sinceridade, quantos você realmente aplicou?
Não aplicou porque aprendeu requisito, teoria e tese isolada. Ninguém te ensinou o raciocínio por trás de qual tese escolher e por quê.
Esta aula é o oposto:
O mesmo raciocínio que o Dr. Mauro usa para cobrar a partir de R$10 mil por peça, você vai ver de graça, em uma única aula.
Sim. Você só precisa se inscrever e confirmar a vaga pelo WhatsApp para receber o link.
Terça-feira, 29 de setembro, às 19h30 (horário de Brasília), ao vivo.
Não. A aula é ao vivo e não fica disponível depois. Por isso, reserve a sua terça às 19h30.
Curso de HC ensina requisito e tese. Esta aula ensina a leitura da decisão, o raciocínio que te diz qual tese usar e por quê. Não é técnica, é critério.
Serve. Todo criminalista com anos de carreira tem clientes condenados na carteira. Na aula você vai entender por que eles são a sua maior oportunidade, e não um caso encerrado.
Não. O ticket alto vem da qualidade da peça e da leitura, não do tamanho da sua audiência.
A IA escreve petição. Quem escolhe a tese certa é quem sabe ler a decisão. Na aula, você vai entender por que esse raciocínio é justamente o que a IA não substitui.
Cerca de 90 minutos. Reserve a sua terça a partir das 19h30 e participe do começo ao fim, porque a análise do caso real acontece durante a aula.
Daqui a um ano, você pode estar no mesmo lugar: 15 clientes, R$3 mil por peça, decidindo no escuro e pedindo opinião a colega antes de protocolar.
Ou pode estar cobrando o que a sua experiência realmente vale.
A diferença começa numa aula, nesta terça-feira.
De R$3 mil para R$10 mil por peça. Sem mais clientes. Lendo a decisão, não o fato.
A aula começa em
Seus dados não serão compartilhados. Você recebe apenas o link e os lembretes da aula.